No dia 2 deste mês de fevereiro de 2025, o Senador Humberto Costa, de Pernambuco, pronunciou discurso muito significativo sobre os avanços no desempenho de muitos indicadores da atuação do Governo Federal - econômicos e de outras áreas - em nosso país.
Foi o terceiro ano de governo cujo acertado lema, no período
de transição do final de 2022 e no início do governo, foi “RECONSTRUÇÃO E
DESENVOLVIMENTO”. Essas palavras se apresentaram como realidade nos anos de
2023 a 2025.
Representantes da comunicação, porta-vozes do conjunto
constituído por grandes empresas, com destaque para o setor financeiro,
desprezaram a verdade dos fatos e encontraram formas de negar a realidade dos
avanços mencionados. O Senador mencionou pesquisa sobre os erros, nas previsões
feitas por esses representantes, acerca do comportamento de variáveis fundamentais
para o país.
Coloquemos uma síntese:
1.
O Produto Interno Bruto (PIB), indicador do
esforço de produção de toda a sociedade, cresceu pelo terceiro ano consecutivo.
2.
No terceiro ano considerado, 2025, o dólar
apresentou a maior queda do período de nove anos.
3.
O volume das transações em torno dos títulos das
empresas na Bolsa de Valores cresceu, no mesmo ano, 34%.
4.
Os investimentos no país pelos capitais
externos, no mesmo ano de 2025, terceiro deste governo, somaram 78 bilhões de
dólares, o maior volume dos últimos sete anos, tornando-se, o Brasil, o segundo
destino mais atrativo para o capital externo.
5.
Dois indicadores tocam nos grandes interesses
dos trabalhadores, embora os mencionados os alcancem de várias formas: a taxa
de desemprego caiu para 5,2%, tornando-se a menor da série histórica em que
esse número foi levantado; e, tão importante quanto o desempenho do emprego,
observado por esse muito baixo percentual de desemprego, constatou-se uma renda
média no valor de R$ 3.574,00, a maior já observada.
6.
A elevação geral dos preços, tão danosa para
todos, especialmente a imensa maioria dos que têm orçamento limitado, foi a
menor de sete anos, com um aumento de 4,3%.
7.
Nas palavras do pronunciamento do Senador
Humberto Costa: “Graças ao crescimento da economia, ao aumento real do Salário-Mínimo,
à inflação em queda e à oferta de empregos, 2 milhões de famílias deixaram o
Bolsa Família, porque ampliaram sua renda”.
8.
Nos dois primeiros anos do governo, além de o
país sair do “mapa da fome”, a pobreza e a desigualdade de renda passaram a
apresentar as menores taxas registradas. No caso da pobreza, foram 17,4 milhões
de pessoas que saíram dessa condição.
9.
No ano de 2025, o governo obteve reforma
significativa na tributação da renda tornando ZERO o imposto a ser pago por
quem ganha menos de R$ 5.000,00 e reduzindo o imposto de quem ganha de R$ 5 a
7,35 mil. Para significativa maioria dos alcançados por esta mudança, isto
representará um 14º salário em 2026.
10 No
rol de atuações do Sistema Único de Saúde, há muitos indicadores que devem ser
objeto de atenção, de que é exemplo os fatos de serem ultrapassadas as marcas
de 14,5 milhões de cirurgias eletivas e de 100 mil procedimentos em mutirões de
atendimento especializado. Outros muitos marcos alcançados estão na área de
Educação, registrando-se aqui apenas dois: 4 milhões de estudantes no Programa
Pé de Meia, contribuíram com a redução da evasão do ensino médio; e R$ 2,5
bilhões estão previstos para criação de 106 novos Institutos Federais.